O Brasil é o maior produtor de morangos da América do Sul e o 13º do mundo, com 165 mil toneladas/ano, distribuídos em 4.500 ha, de acordo com dados da Embrapa. Minas Gerais e São Paulo lideram o ranking, mas é do Sul do País, especialmente do Rio Grande do Sul, que vem emergindo expressivos resultados os quais possibilitam que produtividade e qualidade do fruto estejam em uma mesma frase. É o que testemunha o produtor César Andreazza, que há 25 anos acumula experiência na produção de morango, em Santa Lúcia do Piaí, Caxias do Sul.

De acordo com Andreazza, os bons resultados que vêm sendo obtidos em suas lavouras se deve, principalmente, à introdução de bioinsumos ou a chamada química verde, em suas plantações. “Livres de resíduo e altamente eficientes, são produtos que aceitam mistura e não geram problemas de resistência”, destaca. Outro ganho elencado por Dante Andreazza é a flexibilidade de colheita e agilidade de intervenção no controle, “devido ao zero resíduo” dos insumos biológicos.

Sobre os bons resultados obtidos nas últimas safras, Andreazza pontua a utilização de dois bioinsumos, o Derruba®, e o Mirkin®, ambos fabricados pela Kinagro Agrosciences. O Derruba®, como adjuvante de origem natural, melhora significativamente o desempenho dos defensivos sobre insetos e ácaros. Já o Mirkin®, composto de cobre e enxofre, estimula a resistência das plantas, tornando-as mais preparadas para as adversidades. “Decidimos usar a química verde pela segurança que temos em ofertar um produto de qualidade e garantia alimentar para qualquer cliente no mundo, premissas que a nossa empresa considera importantes”, justifica.

O mesmo se dá na lavoura dos Irmãos Seidel, localizada no município de Feliz, também no Rio Grande do Sul, desde 1976. Com cerca de 730 mil plantas e alcance comercial em três estados, Odair Seidel afirma que ganharam mais flexibilidade na colheita e agilidade de intervenção do controle, devido ao índice zero de resíduos. “Ao introduzirmos alguns bioinsumos como Mirkin e Derruba testemunhamos de forma muito positiva mais uma ferramenta que facilita tudo em todos os sentidos. Também não tivemos problemas com resistência de insetos”, pontua.

A utilização de bioinsumos, ou química verde, vem crescendo exponencialmente no Brasil, sinalizando a possibilidade de uma produção agrícola mais sustentável e economicamente viável. Por todas as lavouras nas diversas regiões do país, pequenos, médios e grandes produtores vêm experienciando redução de custos e aumento de produtividade, aliados à sanidade das plantas e segurança no que vai à mesa do consumidor final.

De acordo com o Gerente Nacional de Marketing da Kinagro Agrosciences, Caio Augusto Gibim Gobato, “a produção de insumos biológicos não é tarefa fácil e demanda conhecimentos técnicos e controle de qualidade durante as etapas de produção e do produto final para que possa promover os benefícios sociais, ambientais e econômicos que se propõem. “Com uma linha de produtos altamente diferenciada e a preços competitivos, cada etapa do nosso processo de produção está comprometida com a geração de valor em toda a cadeia do agronegócio, com foco em sustentabilidade ambiental, sustentabilidade social e sustentabilidade econômica. São esses os valores que têm regido nosso trabalho, os quais estão em constante sintonia com as crescentes demandas do mercado e devidamente atestados pelos pequenos, médios e grandes produtores do Brasil e do mundo”, defende. 

O crescimento da produção de morangos no Brasil está estimado em 4,0 a 6,0% nas áreas cultivadas no País, motivado pela adoção de novos sistemas de produção que mitigam o labor do produtor, incluindo a introdução crescente de bioinsumos para essa rosácea.

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