A dependência de recursos não-renováveis, que poluem o meio-ambiente, o solo
e afetam o clima e a qualidade de vida das pessoas é um desafio a ser superado
pela sociedade que, cada vez mais, se mobiliza para produzir e consumir com
critérios sustentáveis. Nesse sentido, em todo o planeta, a bioeconomia com foco
em negócios e indústrias de base biológica tem se destacado e, no agronegócio,
os bioinsumos capitaneiam uma tendência que veio para ficar.
Derivados de microorganismos, extratos vegetais e outros componentes naturais
ou orgânicos, os insumos biológicos são hoje aliados importantes para uma
agricultura sistêmica, integrada e sustentável. Sejam como pesticidas naturais
para controle de pragas, ou como estimulantes biológicos capazes de promover
crescimento e maior eficiência na absorção de nutrientes pelas plantas, a
incorporação do uso de bioinsumos nas lavouras do Brasil tem crescido de forma
exponencial.

De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), somente este ano já há um recorde de produtos de base biológica registrados.
Além disso, o setor vem atraindo cada vez mais investimentos em pesquisa e desenvolvimento de produtos, o que levou o Ministério a criar o Programa Nacional de Bioinsumos, em maio de 2020. De acordo com a ministra Tereza Cristina, durante o evento de lançamento do Programa, o Brasil só tem a ganhar a partir do desenvolvimento sustentável da agricultura, como uma política moderna de inovação tecnológica, cuja economia ultrapassará bilhões de Reais.

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