A frase que intitula o post deste blog foi proferida pela Ministra da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento Tereza Cristina, ao anunciar o lançamento do
Programa Nacional de Bioinsumos, em maio de 2020. Para se ter uma ideia da
relevância do assunto, a ministra qualificou o desenvolvimento e o uso de
bioinsumos no Brasil como “parte de uma estratégia tecnológica tão importante
quanto foram o Sistema Plantio Direto e a Integração Lavoura/Pecuária”,
tecnologias que trouxeram avanços sem igual para a agropecuária nacional.

O que são bioinsumos?
De acordo com os pesquisadores da Embrapa Soja Amélio Dall’Agnol e Marco Antonio Nogueira, como sugerido pelo próprio nome, são insumos biológicos de origem animal, vegetal ou microbiana, que interferem positivamente no
desenvolvimento e produção agropecuária e nos sistemas de produção aquáticos ou florestais.

Os principais bioinsumos são à base de microrganismos (vírus, bactérias e
fungos), mas também existem vários macro-organismos (insetos benéficos,
predadores, parasitoides, ácaros predadores, etc.), semioquímicos (feromônios)

e bioquímicos, todos muito interessantes na busca por uma produção agrícola
mais dinâmica e competitiva. São importantes aliados para auxiliar nos sistemas
de produção e diminuir o uso de insumos químicos, cujo uso inadequado ou
excessivo leva a desequilíbrios que aumentam ainda mais a dependência por
insumos sintéticos.
A utilização de bioinsumos está em franco crescimento no Brasil e sinalizam com
a possibilidade de promoverem uma produção agrícola mais sustentável,
utilizando os recursos que a natureza desenvolveu no curso da sua evolução,
uma vez que o solo brasileiro concentra uma rica biodiversidade.

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